sexta-feira, 25 de abril de 2014

Falando um pouco sobre experimentação......

Titulo: Abordando Questões sobre a Experimentação no Ensino Médio
Autores: COSTA, L. A. P.; CARDOSO, J. P.
Resumo: Este trabalho teve como objetivo verificar se os professores de Química Licenciatura, que lecionam no Ensino Médio da rede estadual na cidade de Anápolis-Go, utilizam em suas aulas a experimentação como forma de ensinar química, de tal forma  que o aluno compreenda os conceitos e a aplicação em seu dia-a-dia.

Palavra Chave: Professores, Ensino de Química, aluno.

Introdução

            No ensino de ciências, a experi­mentação pode ser uma estratégia  eficiente para a criação de problemas reais que permitam a contextualiza­ção e o estímulo de questionamentos de investigação (GUIMARÃES, 2009). Embora atividades experimentais aconteçam pouco, tanto em espaços destinados para este fim ou mesmo nas salas de aula, a maioria dos professores acredita que esta pode ser a solução a ser colocada em prática, que auxiliaria na tão esperada melhoria do ensino de Química (Schwahn e Oaigen, 2009).
 Não havendo uma articulação entre os dois tipos de atividades, isto é, a teoria e a prática, os conteúdos não serão muito relevantes à formação do indivíduo ou contribuirão muito pouco ao desenvolvimento cognitivo deste. Porém, ao que parece, o ensino de Química não tem oferecido condições para que o aluno a compreenda enquanto conceitos e nem quanto a sua aplicação no dia-a-dia (BUENO et al) .
Objetivo
 Verificar a utilização de aulas experimentais no ensino químico.




Metodologia

Realizou-se a pesquisa exploratória em 31 escolas da rede Estadual da cidade de Anápolis-GO com professores de química, e estes profissionais tiveram que responder um questionário como são realizadas as aulas de química experimental. Levando em conta que a grande maioria dos colégios em sua infraestrutura não havia laboratórios de ciências.

Resultado e Discussão

Observou-se que as escolas que oferecem laboratório de química para os discentes são apenas 8%, deste total apenas 3% dessas escolas tem dinamizador de laboratórios.


 Com as aulas em laboratório faz com que os alunos venham a entender os processos químicos relacionados ao seu cotidiano, além de valorizar o conhecimento prévio deste aluno, fazendo com que ao mesmo tempo haja um debate entre os alunos e o tema proposto, de forma que estes possa fazer relações do experimento com a teoria.

Conclusão

Concluiu-se que os colégios da rede estadual apenas 8% que apresentam laboratórios, e destas somente 3% tem dinamizador de laboratórios de ciências. Assim muito docente não tem como oferecer aulas de experimentação aos seus discentes. Uma alternativa para esses colégios e o docente realizar  aulas  utilizando materiais de baixo custo , ou ate mesmo vídeo aulas que demonstram experimentos .
Referencias Bibliográficas

 Guimarães, C.C. A Experimentação no Ensino de Química: Caminhos e Descaminhos para um conhecimento significativo. Química Nova na Escola. v. 31, n.3,2009.

SCHWAHN, M. C. A., OAIGEN, E.R. Objetivos para o uso da experimentação no ensino de química: A visão de um grupo de licenciados. VII Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências (ENPEC), 2009, Florianópolis, SC.

BUENO, L.; MOREIRA, K.C; SOARES, M.; DANTAS, D.J.; WIEZZEL, A.C.S.; TEIXEIRA, M.F.S.O ENSINO DE QUÍMICA POR MEIO DE ATIVIDADES
EXPERIMENTAIS: A REALIDADE DO ENSINO NAS ESCOLAS, 2003.

Silva, R. R.; Machado, P. F. L. EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO MÉDIO DE QUÍMICA: A NECESSÁRIA BUSCA DA CONSCIÊNCIA ÉTICO-AMBIENTAL NO USO E DESCARTE DE PRODUTOS QUÍMICOS – UM ESTUDO DE CASO. Ciência & Educação, v. 14, n. 2, p. 233-249, 2008

 SASSERON, L. H.; CARVALHO, A.M.P. ALMEJANDO A ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA NO ENSINO FUNDAMENTAL: A PROPOSIÇÃO E A PROCURA DE INDICADORES DO PROCESSO. Investigações em Ensino de Ciências – V13(3), pp.333-352, 2008.